Além de ser artista plástico, arquiteto e mestre em desenho urbano, Almandrade é poeta. Participou de várias coletivas, entre elas: XII, XIII e XVI Bienais de São Paulo; "Em Busca da Essência", mostra especial da XIX Bienal de São Paulo; IV Salão Nacional; Universo do Futebol (MAM/Rio); Feira Nacional (São Paulo); II Salão Paulista, I Exposição Internacional de Esculturas Efêmeras (Fortaleza); I Salão Baiano; II Salão Nacional; menção honrosa no I Salão Estudantil em 1972. Foi um dos criadores do Grupo de Estudos de Linguagem da Bahia, que editou a revista "Semiótica" em 1974. Realizou cerca de vinte exposições individuais em Salvador, Recife, Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo entre 1975 e 1997. Almandrade escreveu em
vários jornais e revistas especializados sobre arte e arquitetura. Recebeu prêmios do Museu de Arte Moderna da Bahia, 1981/82, e da Fundarte no XXXIX Salão de Artes Plásticas de Pernambuco em 1986. Editou os seguintes livretos de poesias e trabalhos visuais: "O Sacrifício do Sentido", "Obscuridades do Riso", "Poemas", "Suor Noturno" e "Arquitetura de Algodão". Recebeu o Prêmio Copene de Cultura e Arte em 1997.

Sites de referência:
http://www.aartedapalavra.hpg.com.br
http://www.geocities.com/a_fonte_2000